terça-feira, 24 de abril de 2012

Espetacular erupção solar a 16 de Abril de 2012






Campos magnéticos sobre o lado nordeste do sol irromperam, por volta das 17h45 GMT, no dia 16 de Abril, produzindo uma explosão visualmente espetacular desde há alguns anos.

Uma erupção solar de classe M1.7 não direcionada para Terra a partir da mancha 1458 que ficará de face nos próximos dias.

No entanto, a sonda stereo B da NASA vai levar uma abanadela!




A vigiar de muito perto nos próximos dias. Poderá ser perigoso para nós a partir do fim de semana, durante 5/6 dias … Por Causa sessa erupção solar uma Aurora Boreal Rara é vista nessa quarta-feira nos céus dos EUA e na Noruega.









Uma aurora boreal se inicia quando uma tormenta solar causa ventos magnéticos. Eles se chocam com o campo magnético da Terra, comprimindo-o. O choque excita elétrons de oxigênio e nitrogênio. Quando esses elétrons diminuem de intensidade, emitem as cores vermelho e verde.




Fontes: Spaceweather, Suivi-Soleil, Youtube

sábado, 24 de março de 2012

Vesta

Depois da noticia que eu li sobre o asteroide Vesta fiquei curiosa para saber mais informações dele e, aqui estão:

Vesta (designado formalmente 4 Vesta) é o terceiro maior asteroide do Sistema Solar, com um diâmetro médio de 530 km. Foi descoberto por Heinrich Wilhelm Olbers em 29 de março de 1807. O nome provém da deusa romana Vesta, a deusa virgem da casa, correspondente à deusa da mitologia grega Héstia. Está localizado nocinturão de asteroides, região entre as órbitas de Marte e Júpiter, a 2,36 UA do Sol. Vesta é um asteroide tipo V. Seu tamanho e o brilho pouco comum na superfície fazem de Vesta o mais brilhante asteroide. É o único asteroide que é ocasionalmente visível a olho nu.

Teoriza-se que nos primeiros tempos do sistema solar, Vesta era tão quente que o seu interior derreteu. Isto resultou numa diferenciação planetária do asteroide. Provavelmente tem uma estrutura em camadas: um núcleo metálico de níquel-ferro coberto por uma camada (manto) de olivina. A superfície é de rocha basáltica, originária a partir de antigas erupções vulcânicas. A atividade vulcânica não existe hoje.

Em 16 de julho de 2011 a sonda da NASA Dawn entrou em órbita ao redor de Vesta para uma exploração de um ano

Asteroide Vesta pode ser um planeta

Cientistas defendem a ideia de reclassificar o asteroide e nomeá-lo planeta
 
O asteroide Vesta, de 330 quilômetros de diâmetro e considerado o segundo maior de todo o sistema solar, pode se transformar em um planeta. Pelo menos essa é a ideia defendida por alguns cientistas que esperam que a União Astronômica Internacional possa reclassificá-lo.
As chances de que isso aconteça são remotas, mas alguns especialistas fazem questão de defender essa hipótese. Vesta conta com uma série de características tipicamente associadas a corpos terrestres como a Terra. A sua topografia, por exemplo, é mais parecida com a de um planeta rochoso do que com a de um asteroide.
Atualmente, Vesta conta com uma sonda espacial da Terra, programada para continuar em sua órbita até o próximo mês de julho. Depois disso, a sonda parte para Ceres, maior asteroide do Sistema Solar.